Ago24
Etecetera pra valer
2007 às 23:33 - escrito por Tarmann
Sinceramente gostaria de estar escrevendo sobre alguma coisa que rolou em alguma mesa de jogo, mas infelizmente não tenho jogado muito. Então vou falar sobre várias coisas…
Nesse exato momento estou assistindo (novamente) Sin City, e só estou assistindo porque ontem assisti (novamente) 300. E caralho… 300 todo mundo sabe que da um RPG foda (Soul, adapta isso pra Éride! hahahha), mas nunca tinha pensado no Sin City… e pior, pensei em uma adaptação do Sin City para Castelo Falkenstein… na verdade, não para O Castelo Falkenstein, mas imagina se o tal Thomas acabasse em Sin City… é apenas uma idéia, mas me ocorreu que o sistema de regras do CF pode funcionar com Sin City.
Outra coisa que ia escrever aqui e não escrevi é que sexta passada, ao invés de jogarmos Dark Sun, acabamos só fazendo planilhas, fazendo um reconhecimento do cenário e jogando MUNCHKIN!!! Que joguinho doidera! Para quem não conhece, vale a pena conferir.
Tomei vergonha na cara e comprei meus primeiros suplementos do D&D em inglês pela Amazon. A vergonha na cara não foi por ter comprado os suplementos, mas sim pelo inglês, que apesar de entender e ler numa boa, tenho uma preguiça danada, e com esses livrinhos batutas em mãos, não vou ter escapatória. São eles Draconomicon (porque dragões são fodas!), Savage Spicies (porque jogar com monstros é o que liga), Sandstorm (porque eu quero mestrar minhas campanhas a lá Mad Max… quer dizer, Dark Sun) e finalmente Fiendish Codex II: Tyrants of the Nine Hells (porque eu quero que o diabo carregue meus players, rs). Não vou fazer resenha deles porque a DS já fez isso, e muito bem por sinal. Também estou esperando o Libris Mortis para fazer minha primeira campanha totalmente voltada para zumbis.
E por fim o rebuliço do D&D 4… não tenho saco para ficar escrevendo sobre o assunto, mas estou acompanhando de perto o ótimo trabalho feito pelo CF no seu blog (O Covil) e em outro blog batuta (Área Cinza). Várias notícias bacanas estão metralhadas sobre os rpgistas e a maioria tem me agradado. O que não me agradou muito, assim como o pessoal do Grimório Esquecido foi a estética adotada, que esta sendo profundamente influenciada pelos MMORPGs da vida, principalmente pelo World of Warcraft.
Ah… não sei se o MAW vai ficar puto por eu falar isso… mas vai ter algo de D&D4 na DS #16.
Ago20
Aos RPGistas dependentes
2007 às 12:17 - escrito por Tarmann
Tem muita gente surtando por ai com a notícia do lançamento da 4ª edição do Dungeons & Dragons. Uns praguejam contra a WotC dizendo que ela só está lançando mais um caça-níquel, outros ficam putos porque terão que comprar tudo de novo, e ainda tem aqueles que odeiam o D20 desde o princípio e continuam falando mal, e por ai vai…
O mundo está louco ou só eu vejo isso?
O RPG não é um jogo de computador que PARA DE FUNCIONAR se você não atualizar! Se você gosta do seu sistema atual, tem lá sua campanha de AD&D, D&D3.5, GURPS, Tagmar, Daemon ou seja lá qual sistema que você usa, você não precisa mudar tudo só porque saiu um sistema novo. Parece óbviu, mas na prática, não é.
O que eu vejo, é um monte de gente revoltada sem motivo. A WotC ta mais do que certa de querer ganhar dinheiro, e digo mais, ela lota o mercado de material para todos os gostos. NENHUM jogador de RPG são vai conseguir usar todo o material lançado, então porque se revoltar? Não sei a porcentagem exata, mas vou chutar que metade do que é lançado é regras e a outra metade é cenário/ambientação/interpretação/etc.
Jogadores novatos, ainda mais brasileiros não vão usar esse material oficial avançado (e importado) e provavelmente vai procurar um material mais acessível como matérias em revistas nacionais de RPG, no cenário de Tormenta, livros da Daemon que inclusive possuem preços bem acessíveis.
Já os jogadores veteranos, caso queiram usar algo avançado podem gastar algumas horinhas adaptando o material para seu sistema favorito. Um exemplo recente que posso citar foi nosso grupo iniciando uma campanha D20 em Dark Sun, estamos utilizando todas as informações de cenário do material do AD&D e usando as regras do D&D 3.5. Tem tanto material lançado de regras que com pequenas modificações já da para sair jogando, e o que não der certo mudamos no meio do caminho.
Eu acho é que o pessoal se preocupa com regras de mais e joga de menos. É uma pena, porque o RPG é um hobbie tão maravilhoso que dentre tantas as vantagens, uma que me salta aos olhos é o custo/benefício. Hoje, com 50 reais, chutando bem alto, você compra dados, livro(s), tira fotocópias de planilhas e se bobear ainda compra uma pizza e um refri e sai jogando.
Eu quero conhecer a versão 4 do D&D, porque sou curioso, assim como sou curioso com coisas antigas/alternativas também como Castelo Falkenstein, Terra de Og, Toon e Paranóia. Vou jogar ele? Sim! Mas não sou dependente do D&D.
Fica meu conselho, pense bem se você realmente quer migrar, se o seu sistema atual não oferece tudo o que você precisa e se você não pode gastar algumas horinhas modificando/criando algo para melhorar seu sistema, ao invés de gastar algumas centenas de reais comprando novos livros.
Ago16
Dungeons & Dragons 4ª Edição
2007 às 14:58 - escrito por Tarmann
É isso mesmo! Ela está chegando… na verdade, nesse exato momento faltam 4 horás para ele ser anunciado conforme a contagem regressiva no site da Wizards.
Como eu não costumo acompanhar notícias de RPG fiquei surpreso… não sabia que eles já estavam com a bala na agulha… enfim, navegando pelo blog Área Cinza, descobri que o site ICv2.com publicou uma nota sobre o anúncio da quarta edição com um monte de novidades interessantes:
Wizards of the Coast is announcing at GenCon today that it will release the 4th Edition of its category-leading Dungeons and Dragon roleplaying game in 2008, the first full new edition in eight years. The three core books will be released next summer on a monthly schedule: Player’s Handbook in May, Monster Manual in June, and Dungeon Master’s Guide in July. Pricing and page counts of the new products will be consistent with current packaging. Graphics have been updated, art will be used on the covers, and interior design has been opened up to make the books less intimidating to new players.
Lead-in products, Wizards Presents: Classes and Races and Wizards Presents: Worlds and Monsters, will be released in December. An April release, Keep of the Shadowfell, will include a set of quickstart rules for 4E.
While there are changes in play (such as incorporating “epic-level play,” with 30 levels instead of 20), they are described as “evolutionary” rather than “revolutionary.” Other changes include new power sources, changes in resource management, and new encounter design, and more clearly defined monster roles. Changes will speed play, make the game easier to learn, and make DM-ing easier. Concepts for 4th Edition gameplay were tested in the new Star Wars RPG, and the Book of 9 Swords.
What the company does describe as revolutionary is the method of product delivery, which will incorporate online play for the first time. WotC is incorporating online components into the game through a new Website, DnDInsider.com. Each paper product will include codes to unlock digital versions on the site for a “nominal” activation fee. Players will also be able to use DnDInsider tools and access regular new content similar to the material that was previously released in Dragon and Dungeon magazines (see “Interview with Liz Schuh”) for a monthly fee (as yet undetermined) greater than the old subscription price, but less than a MMORPG subscription. Magazine-style content will be added to the site three times a week and compiled into digital “issues” monthly.
Gameplay features on the Web will include a digital D&D game table, and voice chat and text messaging, to allow online players to communicate with each other. The online play is designed to “supplement, not replace” meatspace play.
The Open Gaming License will continue as it has in the past, allowing the use of the rules in other publishers’ games.
Work on the new edition began in 2005, with the major work all accomplished in the last year.
D&D products released between now and the launch of 4th Edition will fall into three groups. Edition-proof products (which are mostly story) will not include mechanics that are edition-specific. Some products will be “enhanced” to 4th Edition mechanics after release through DnDInsider, and a couple of series will end as 3.5 products.
The setting for the core books are campaign neutral. Forgotten Realms will be the first campaign setting to be updated (in August 2008). Other campaign settings will be updated at a rate of one per year.
Marketing support will initially focus on migrating the existing player base, and then move to an acquisition strategy to re-activate lapsed players and acquire new ones. Midnight launch parties will be used to kick off sales of the first new release in May.
É isso ae galera! Preparem os bolsos…
Ago13
Icingdeath is coming!
2007 às 14:03 - escrito por Tarmann
Depois do Black, Red e do Blue, o White Dragon está chegando. E não é apenas um Dragão Branco qualquer, e sim o famoso Icingdeath diretamente de Forgotten Realms. Para quem não conhece essa criatura foi derroada por Drizzt e Wulfgar para que Wulfgar pilhasse seus tesouros e se tornasse o Rei das tribos no norte. Tudo bem que a batalha não foi das mais emocionantes… mas o dragão é animal!
A miniatura faz parte da série D&D Miniatures Icons produzida pela Wizards of the Coast.

No box, compondo a cena da batalha, ainda vem uma miniatura do Drizzt e uma do Wulfgar.

Para quem quiser conhecer as histórias, recomentos os romances de Forgotten Relms, no Brasil a Trilogia do Vale do Vento Gélido foi lançado pela Devir.
Ago07
Transformers
2007 às 14:43 - escrito por Tarmann

Finalmente consegui assistir ao tão falado filme.
Apesar de ter crescido nos anos 80, nunca me liguei muito em Transformers. Eu até tinha alguns brinquedos, mas me ligava mais em Caverna do Dragão, Thundercats, He-Man, Space Ghost e séries Super Sentai e Metal Heroes. Enfim, acabei não criando expectativa para ver o filme.
Até que um grande amigo meu, Victor “Éride” Bergmann, veio falar comigo sobre o filme. Que era a coisa mais linda que ele já tinha visto, que era muito foda, que era tudo o que ele queria de um RPG e por ai vai… sorte que a conversa foi pelo MSN, porque ele deve ter babado no teclado enquanto escrevia. Acabei ficando curioso…
Não há muito o que falar sobre o filme, em poucas palavras é uma “Sessão da Tarde” com efeitos especiais fantásticos. A história é bobinha mas não chega a doer, com pitadas de humor bem dosadas com a quantidade de ação que prega os espectadores na cadeira. O trio robos/transformações/porrada são o grande forte do filme, deixando todo o resto praticamente apagado.
É um filme que vale a pena ver no cinema!
Até bateu uma vontade de jogar Power Cars. =)
PS.: Eu ainda aprendo a resenhar um filme decentemente! rs
Ago06
Dragon Slayer no Youtube
2007 às 16:27 - escrito por Tarmann
Como prometido em algum post (ou comentário) antigo, criei o canal da DS no Youtube! Ainda tem pouca coisa, mas aos poucos vou alimentando ele. O endereço é:
E para inaugurar, um videozinho tosco de nossa mesa de jogo:
E como bônus, uma coletânia de vídeos de mesas de RPG pelo Brasil.
Cuidado! Os vídeos são extremamente fortes! rs
Jul30
Capa alternativa da Dragon Slayer #15
2007 às 10:56 - escrito por Tarmann
Como eu faria a capa da DS #15. Ta certo que o Ig manda muito bem, mas zumbis são sempre melhores! rs

Coloquei essa fonte tosca porque não tava com saco para procurar uma melhor! =)
Jul27
The Sarah Connor Chronicles
2007 às 22:48 - escrito por Tarmann
Peidaram fera na farofa e acabou não rolando RPG hoje. Era também para rolar uma sessão de Munchkin (ô joguinho porreta!) antes do RPG e domingo aconteceria minha primeira mesa de Castelo Falkenstein, que eu tive que cancelar por motivo de trabalho…

E para piorar acabei assistindo The Sarah Connor Chronicles, que merda, só faltava isso acabar com meu dia. A série conta o que acontece com Sarah Connor (Lena Headey) e John Connor (Thomas Dekker), a mãe e seu filho, após os eventos do filme Terminator 2.
Estou exagerando, mas realmente fiquei frustrado com a série do Terminator, do qual eu sou fã dos três filmes.
Sua extréia oficial está marcada para 2008, mas o episódio piloto já está na net como um teste de aprovação dos expectadores. E sinceramente, não sei como eles conseguiram errar tanto em algo tão simples. Os três filmes do Terminator são simples e ao mesmo tempo fodas! Se observarmos os três roteiros eles são praticamente os mesmos, inclusive cenas e falas se repetem nos filmes… e o mesmo acontece na série! Mas as coisas boas param por ai.
Na série Sarah Connor está lastimável, não chega nem perto da mulher determinada (e malhada!) de T2, John Connor também não é mais o jovem rebelde e exibe uma imagem frágil e frustrada com sua situação atual. E não… não temos o titio “Shuaza“. No lugar um ator que não serve nem para interpretar um robô… o cara tenta fazer papel de mal, mas fracassa mizeravelmente.
Agora um cuidado, ai vai alguns SPOILERS!
Que tosqueira os andróides do “mal” terem os olhos vermelhos, e a do “bem” ter os olhos azuis… tsc tsc. E por falar em andróide do bem… que merda! T-800, T-850, T-1000 e T-X devem estar se revirando no ferro velho… porque ela não convence ninguém como andróide! E porque os andróides parecem mais ultrapassados do que os anteriores? Já que os filmes foram evoluindo para oferecer sempre novidades aos fãs…
O ponto alto do dia ficou por conta da Dragon Slayer #15 que chegou às bancas hoje. Nessa edição uma pequena contribuição minha para o RPG.Preparem sua fuga! Já que os mortos estão vindo!
Jul21
Uma mesa Falkenstaniana
2007 às 05:10 - escrito por Tarmann
Hoje era para rolar uma mesa de Iron Heroes, mas devido aos trágicos acontecimentos que abalaram o grupo e alguns desencontros de agenda acabamos desmarcando, a mesa foi adiada para a próxima sexta-feira (eu acho) e no próximo domingo serei o anfitrião (mestre) em uma sessão - de reconhecimento - de Castelo Falkenstein (CF).
Com a mesa tradicional desmarcada, outra parte do grupo resolveu se reunir para jantar fora e comemorar o aniversário atrasado de um grande amigo e quem sabe depois jogar RPG. Convenci o grupo a jogar CF, apesar de nenhum deles conhecer bem o sistema e o cenário. E durante a tarde fiz a lição de casa: revisei as regras, assisti à um filme para entrar no clima (A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça), preparei uma aventura (peguei uma pronta e adaptei) e separei o material de jogo. No final das contas ninguem quis saber de RPG, todo mundo cansado depois de uma sexta-feira de trabalho fomos direto comer (e porque não dizer bufalar) e depois fomos jogar PS2 na casa de um dos pulhas. Nem o PS2 a galera aguentou… cheguei 1 da matina em casa sem o menor sono e me pus a escrever…
Mas essa preparação toda me deixou com a cabeça a mil pensando na aventura. E com essas idéias na cabeça descartei a aventura pronta que usaria no próximo domingo e comecei a criar uma original. A base dela é um personagem que criei inspirado pela seção Chefe de Fase da DS, que, originalmente seria utilizado para outros propósitos, misturado à uma história clássica (que não falarei aqui já que pode estragar a aventura) e alguns elementos de séries de TV que tenho visto. O resultado me agradou muito, e posso dizer que é minha aventura favorita.
Então, assim que eu mestrar relatarei aqui o ocorrido, o que será muito interessante, já que é um sistema/cenário que quase ninguém jogou em uma aventura original. O risco é grande, mas vale a pena!
Alguem ai acredita que vai ter uns 8 viciados em D&D na mesa? Só quero ver os personagens que eles vão fazer…
Jul19
Falkenstein Paranóico
2007 às 16:46 - escrito por Tarmann
Eu assumo, sou um cara eclético.
E isso vale para música, cinema, quadrinhos, literatura e porque não o RPG? Sim, é difícil eu pegar um RPG e não gostar nem um pouco dele. Sempre acabo vendo o lado positivo de tudo e usufruindo dele.
A bola de vez são os jogos Paranóia e Castelo Falkenstein, ambos comprados por preços ótimos no IERPG. Ambos os jogos tinham um certo nome à quase 10 anos atras, época em que o RPG estava por cima.
Paranóia nunca foi um jogo que me chamou a atenção, pelo menos não na época em que comecei a jogar. Agora, mais maduro, e após ter lido Orwell , Kafka e Huxley, consigo ver o jogo com outros olhos. Toda esse controle e conspiração me interessam um bocado, ainda mais em uma mesa de jogo, elementos que eu já explorava quando jogava Invasão. Outra sacada do Paranóia é o humor ácido, característico da obras de Douglas Adams - da série O Mochileiro das Galáxias -, onde tudo é avacalhação, característica presente em muitas das minhas mesas independente do cenário. E por fim, outro motivo que me levou a adiquirir o jogo, é que nas mesas que eu joguei/mestrei sempre rola algum momento em que todos querem se matar, e adivinhem? esse é um dos principais objetivos de Paranóia! Agora só espero o momento certo de “aplicá-lo” nos meus jogadores! huahuahua
O segundo também nunca me interessou até eu ter uma conversa com um amigo (o Rafael um dos criadores de Éride). A idéia básica é a seguinte um autor de jogos de RPG morre e algum tempo depois, uma amigo seu recebe um livro dizendo que ele não está morto. Na verdade ele foi absorvido por um outro mundo, um universo paralelo onde o ano atual é 1870, em plena Era Vitoriana. Uma Era Vitoriana fantástica, onde dragões, fadas, magia e personagens fantásticos existem, dentre eles O Homem Invisível, Sherlock Holmes, Drácula, Capitão Nemo e muitos outros. Para quem gostou da idéia, tem uma resenha bem completa aqui.
Eu que não curtia tanto Era Vitoriana, virei fã, tanto que minha próxima mesa será de CF. Depois do jogo eu coloco como rolou aqui.
Acho que estou ficando víciado em RPGs undergrounds (seria esse mesmo termo?)… =)
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